A PORTA QUE NÃO FECHA
Já nem é mais porta; é só uma passagem, uma moldura. Uma moldura que se
descortina pra vida, pro universo. E como uma porta que não é porta, não limita
espaços. Nem mundos, nem sensações.
Afinal, é a porta da ‘Casa da Árvore. Isso, se fosse porta.
Mistura emoções, sentimentos. E principalmente momentos. E como são os momentos;
sempre inesperados, sempre bem vividos.
E assim, encantadores.
É como aquela teoria do físico bacana: Tem passado, deve ter futuro, mas
tem, principalmente, presente. E são esses presentes, nos dois sentidos lindos da
palavra, que fazem a vida especial. Linda, emocional e emocionante.
Como emocionante deve ser a vida daquele Tucano que um dia vez um voo rasante
sobre o moço, nem tão moço, e sobre a moça, que esperavam outra moça.
Aliás; voos, viagens, são especialidade da casa. Literalmente.
Tem a velha árvore, tem muitas árvores. Umas bem exuberantes de tudo, outras,
como alguns momentos e ‘presentes’, nem tanto. Mas sempre importantes e
enriquecedores.
Tem flores, tem pássaros; muitos pássaros, como o casal de tucanos. E tem
muita, muita beleza, como a das moças.
Ah, e tem a lua. Mas aí já é um outro capítulo.
Outro lindo e emocionante capítulo.
Ou outro ‘Presente’?
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